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Archive for agosto \10\UTC 2010

À delicadeza

O mundo está escasso de pessoas que compreendem a vida como uma imponente manifestação da arte, pura e profunda. A nossa terra clama por olhares que percebam cada rachadura de sua pele como um rogo por uma lágrima nascida da emoção diante do sensível. Os ventos nossos correm em profusão, varrendo rios e sertão, e ninguém mais os vê. Onde está você, linda que entende as cores? Onde está, flor que valoriza seus orvalhos? Sinto sua falta. Daqui, o mundo está escasso de pessoas que compreendem a vida como arte pulsante. Falta, no lado de cá, diante dos dias, a sensibilidade, pura e profunda.

* Um jeito singelo de dizer: estou com saudades, Yze.

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